domingo, 19 de junho de 2016

Quem somos?

por H. Thiesen 

Quem somos nós? Eis uma pergunta difícil de ser respondida, com convicção principalmente, se pensarmos um pouco mais.
Somos de fato humanos? E, o que é ser humano?
Bem, acho que ser humano é.... Não, não, não! Nos definimos pelo “achismo” e pela nossa aparência física, parecida com a do homo sapiens sapiens, sim sapiens em dobro, descendentes do homo sapiens, mas diferente dele e guardando apenas o elo que, a bem da verdade, não é um elo, uma vez que o nosso DNA  é diferente do dele. Sendo assim, somos uma evolução do homo-sapiens?
Segundo a teoria evolucionista somos descendentes dos símios, e antes disso, dos répteis (vamos pular a parte das aves, por que algumas amigas não gostarão disso), mas antes, dos peixes e anfíbios, e bem antes, bem antes mesmo, da ameba.
Seguindo esta teoria evolucional percebemos que há certa relevância, afinal quem nunca ouviu falar de “jararacas”, adjetivo para certas mulheres, mais conhecidas por sogras, ou, cavalos, nome dado a certos homens sem nenhuma sensibilidade, sem falar de porcos, vacas e outras espécies de humanos muito estranhas, espécies que se reúnem em grupos e atacam uns aos outros sem motivos nenhum, incompreensíveis para os acadêmicos, contudo objeto de intensos estudos de cientistas. Talvez, esses humanos estranhos, tragam algumas reminiscências dos antepassados contidas no DNA. Mas, como previam os espiritualistas, apareceriam novos tipos, mais evoluídos e vegetarianos, dessa forma vemos por aí a mulher maçã, mulher pera, mulher melancia, nada contra, afinal estamos no terceiro milênio, uma nova era, novos tempos e novos seres humanos.
Porém, o que a ciência revela é que deveria existir um elo perdido. Afinal diferenças genéticas do homem sapiens da caverna, é de quase 1%, para os seres humanos atuais, mas são diferenças ínfimas, posto que, do homem moderno para o macaco rhesus as diferenças são quase as mesmas, portanto, não é possível afirmar, com certeza, que nos originamos dos macacos. Ou será que somos macacos ainda,  uma espécie diferente, mas que acha que pensa? O que leva a deduzir que a teoria evolucionista está errada, quando procura pelo "elo perdido"! Que o homo sapiens não conseguiu sobreviver e somo nós o “famoso elo” e que, o verdadeiro “ser humano” ainda está para surgir sobre a superfície terrestre, ou simplesmente surgir do nada, já que da nossa descendência é difícil sair alguma coisa melhor.
Por que?
Por que nos definimos superiores aos macacos, ora, somos “inteligentes”! Mas inteligentes, como assim?
Por que o homem atual criou ferramentas, carros, aviões, computadores e tantas outras lambanças! Tá e daí? E daí que paramos por aí em evolução. O homem também criou armas, bombas atômicas, vírus de laboratório, e de tempos em tempos faz uma guerrinha, terrorismos e assassinatos para diminuir a população. Porém, os animais não são capazes de proezas como estas. Talvez seja por isso que somos humanos e superiores. Alguém dúvida? Sem falar nos suicídios ou, alguém já ouviu falar em macacos suicidas, porcos suicidas ou qualquer outro bicho suicida? Claro que não, somente com cérebro de minhoca, e mesmo assim, nem as minhocas se suicidam!
Os animais matam uns aos outros, mas por necessidade, os carnívoros por exemplo, tipo homens-leão que adoram uma carne, crua mesmo com bastante sangue. Já os seres humanos são mais inteligentes, usam armas poderosas como rifles HK-47, aviões bombardeiros, bombas incendiárias, misseis, sem saber realmente quem estão matando. Isto é a inteligência e a evolução que nos faz ser modernos e muito mais inteligentes que os animais! Claro, não comemos carne de outros, não praticamos canibalismo, somos bem mais espertos.
Segundo a Teosofia esta atual raça de seres humanos é um tipo o elo perdido mesmo, está longe de ser considerada humana, ainda é muito mais animal do que imaginamos. Os verdadeiros seres humanos ainda estão por vir e habitar sobre a face da Terra, tipo “kryptonianos”, com capacidades incríveis, duros como aço e visão de raio-x, extremamente rápidos, quase indestrutíveis, mas com senso de humanidade, amor ao próximo e a tudo que os rodeiam!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Tempestade

por H. Thiesen 

Mesmo que o tempo se arme e fique batendo água
E as águas que ele trás sejam sobre ti
Na noite em meus ombros te darei casa
Longe das sombras te abrigarei junto de mim
Mesmo que haja raios e tempestade
e a viração se transforme em estopim
Galopo contigo no xucro da ventania
Até o céu se abrir e encontrar um jardim
Faz muito tempo que eu ando em sossego
Mas sempre serena para um desafio
Sou amazona teimosa, também bravia
E não me entrego pra nada, luto até o fim
Monto nas asas do vento e acalmo com ousadia
As águas que desabarem sobre as tuas várzeas
Na mesma ronda que o tempo deságua
Quem tem um rumo não se perde à caminho
Bota o mundo nas costas e saia pela estrada
Sabendo que a fé é o teu clarim
Mesmo que a chuva desabe na tua estrada
Junto contigo eu sempre estarei
Se o temporal é difícil faz dele o sustento
Que a coragem aumenta e desfaz o que é ruim
Depois que a a tempestade passar
E o tempo feio for embora
Pela tua luta já pagaste o preço
E sobre teu corpo encharcado o céu irá se abrir
Pega carona no vento da nova bonança
Pois  tudo não há sem valer a pena
Veste a tua esperança e arruma o teu tino
Porque todo vendaval vem e também vai
Saiba que eu sempre estarei contigo
Em cada passo e pisada
Pechando ao teu lado o feio do tempo
Até ele abonançar e o temporal passar
Se na tua estrada a tempestade se armou
É por que através dela tens que passar
Mantenha a calma e contigo eu também vou
Com serenidade descobrir a lição que Deus mandou!

Confie, tudo sempre dá certo!

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Caminho e Vida

por H. Thiesen 

Sempre tive dúvidas se os caminhos que sigo, são realmente os meus? Foram largas passadas, longa caminhada até aqui. Sob o sol, debaixo da chuva, no início do dia e no final da noite, no claro e no escuro, as vezes andei devagar e de outras rapidamente.
Tive muitas certeza e também muitas dúvidas, dei passos em falso, muitas vezes sonhei, em outras tantas, com passos firmes, lutei, chorei e sofri! Por esse longo caminho, trilhei alegrias, tristezas, vitórias e derrotas.
Mas sempre...
A cada manhã me pergunto:
- De onde vem esta força?
Que me impulsiona todos os dias, desde quando abro os olhos pela manhã, até ser vencida pelo sono à noite? De onde vem esta força, que me faz levantar depois de cada tropeço, que me faz vibrar depois de um sonho realizado? De onde vem esta força, que me faz prosseguir quando o mundo desaba sobre as minhas costas ou desmorona ao meu lado? De onde vem esta força, que mesmo quando sofro, distraída... me pego cantando? Que força é esta, que depois que tudo desaba, me faz levantar e olhar para trás e pensar, sofri por tão pouco? Que força é esta, que no meio do sofrimento, me dá a certeza que passa? E... passa!
Já pararam para pensar? Que força é esta que no meio das tristezas é capaz de trazer felicidade, mesmo que por poucos momentos, mas sim... sorrimos e cantamos no meio dos piores pesadelos.
Não me chame de louca, me chamem de Vida, por que vida é tudo, alegria e tristeza, ganhar e perder, lutar, trabalhar e aprender. Se quiserem me chamem de Energia, por que energia é a dureza da rocha, a resistência do aço, a abundância da água, a maleabilidade do ar, a claridade da luz. Sou Vida, a mesma que existe em vocês. Sou Energia, a mesma que possibilita você existir.
Que força é esta, que mesmo quando tudo e todos faltam, é capaz de me fazer viver sozinha os momentos mais felizes?
E esta força me faz perguntar todos os dias:
- Será que os caminhos que sigo são meus?
Até que um dia eu entendi.
Sim, é claro que são, pois nós somos os nossos caminhos e não adianta procurá-los, por que estão dentro de nós. Entendi que cada um é uma estrada e por esta estrada levamos pessoas, nela enxugamos lágrimas e afastamos espinhos, as nossas e a dos outros. Daí é que vem esta força, é a Vida e a Energia!
Somente entendi o meu caminho, quando me dei conta do que é esta força, que me move por ele.
Meu caminho me leva à somente um lugar e o ornamento desta estrada, flores ou espinhos, depende de mim, depende do que eu faço. O destino deste caminho, sou eu! Eu sou o caminho, o destino e o peregrino!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Amor ou paixão: Bate coração!

por H. Thiesen 

Tanto nos perguntamos se há realmente diferença entre amor e paixão? São eles parte um do outro, ou apenas caminham lado à lado?
Ah... A paixão! Uma fera interna, selvagem, sem freios e sem limites, que pode nos levar para lugares indescritíveis, experiências incríveis, que nos leva para o alto e ao desconhecido, mas é capaz de nos arremessar tão longe e com tanta força, que sequer abrimos os olhos e temos consciência da queda.
O amor? 
O amor pelo contrário, nos faz transitar por terreno conhecido, sem passos em falso e por caminhos cheios de emoção e com a certeza de que tudo dará certo, mesmo que os resultados da caminhada não sejam os esperados, porque ele nos deu entendimento.
O amor é uma força que purifica, dá segurança de uma forma ímpar, que muitas vezes julgamos perdida. 
O amor sacia, é como um porto seguro onde aportamos e descansamos, cansados da briga diária. 
O amor não tem fórmula certa. Se constrói com o tempo, se adapta as diferenças de cada um e desfaz mitos. É um sentimento que perdura. A válvula motora que impulsiona eternamente o homem.
A paixão, inicialmente parece ser mais intensa e, nos faz busca no outro o que não temos ou perdemos, na maioria das vezes, reflete as nossas imperfeições, fazendo-as fluir e se externarem. Mas, afinal, não são os dois sentimentos partes desse mesmo "ser" que se chama "humano"? 
Sim é claro! Mas possuem as suas diferenças!
A paixão pode ir embora tão rápido quanto chega e acontece várias vezes na vida. Pode acontecer por um olhar, por um desejo ou por qualquer coisa capaz de dar prazer e de nos levar ao céu por pequenos instantes, até mesmo um hobbie novo que não conseguimos largar. Isso mesmo! A paixão não é apenas carnal, aquele que brota das entranhas clamando pelo sexo como necessidade, é também um sentimento que clama para conseguirmos o que almejamos e para conquistarmos objetivos. Afinal, ninguém é de ferro, para viver sem conquistas! Mas a paixão é egoísta, nos faz desejar muito mais do que podemos, ela pode nos fazer cometer loucuras!
O amor é o sentimento que dosa tudo isso! Se nos amamos, manteremos os pés nos chão e passamos a conquistar com lucidez, evidenciando o que temos de melhor. O amor nos dá apoio, quando os buracos das crises, que emanam das nossas paixões, não conseguem se fechar. Consequentemente, o amor nos leva à razão!
Com o amor temos tranquilidade e sabedoria, a falta dele a nos impulsionar, pode nos levar a uma franca derrocada dos nossos objetivos.
Basicamente, na vida somos impelidos por grandes amores e pequenas paixões! Justo é que os grandes se sobreponham aos pequenos!

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Crônica do Além

Na infância, eu já me preocupava com o que pescava das conversas dos adultos. Mesmo quando metida nas brincadeiras de criança, a vida me preocupava profundamente. E não era apenas uma preocupaçãozinha! Não! Eu colecionava preocupações diversas, a maioria nada a ver comigo, mas com pessoas que eu amava.
Porém, isso não significa que eu não tenha me divertido muito e passado devidamente pela fase infante, muitas foram as brincadeiras, as traquinagens, as chineladas nas nádegas, as reinações e as brigas com os amiguinhos!
O fato é que eu percebia coisas que meus amiguinhos de infância não percebiam, porque estavam fazendo o que deviam fazer: brincando e sendo crianças. Essa habilidade em vasculhar e prestar atenção no que não me dizia respeito, levou-me a ser um ótima contempladora de além, e a compreender melhor as situações realistas e diretas. Até hoje, com mais de trinta e cinco anos, minhas amigas me surpreendem com revelações sobre nossa infância e adolescência. Não são poucas as situações que aconteceram e não vivi, apesar de estar presente. Claro, eu me distraí completamente da realidade nua e crua, das conversas diretas da vida naquela época, especializando-me em profundidades e preocupações futurísticas. E por mais que eu ache, que isso foi-me bem melhor do que a outra opção, não faz sentido algum aos que me cercam.
Contemplar o além me faz escutar mais do que os outros gostariam de dizer. Mas isso, de maneira nenhuma, não é inventar sentimentos ou reescrever a biografia de outras pessoas, como uma revista de celebridades, é somente um prestar atenção que segue adiante, que não se satisfaz apenas com o que é oferecido e que está na cara.
Obviamente, contemplar o além me ensinou a questionar, a pensar mais, não ficar esperando, mas agir, mas não por impulso, enquanto os outros ficaram ou ficam apenas prevendo o que poderá acontecer!
Ser contempladora de além me ensinou a ser fria e calculista, nada me passa despercebido. Ser contempladora do além me ensinou a ser espiritualista, avaliar o certo e o errado. Ser contempladora do além me ensinou a escrever, algo sempre me foi uma precisão de dizer coisas que não cabem em lugar nenhum, a não ser na imaginação. 
Enfim, ser contempladora do além me ensinou a dosar a vida e a pensar no que virá depois dela, não que isso seja crucial para mim, mas tenho certeza que será para quem ficar por aqui! Pois de mim ficaram somente as lembranças e faço de tudo para que sejam boas e que se lembre de mim pela dignidade que tive.
Ser contempladora de além não me fez somente para viver o presente, nem para viver de memórias e lembranças, mas para me jogar na tempestade, mesmo quando, exteriormente, a paz pareça reinar e  para encarar a vida de frente.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Eu sou assim!

por H. Thiesen 


Sou assim, humana,
com defeitos e virtudes,
Vivo intensamente,
cada momento em plenitude,
Luto, eu sempre luto,
porque lutar é buscar a vitória,
mesmo que o caminho,
seja repleto de obstáculos,
eu não desisto, não me acovardo,
tropeço, mas levanto,
Tenho objetivos e sonhos.
Objetivos são para serem alcançados!
Sonhos para serem realizados!
Adoro a liberdade e sou livre
para prosseguir o meu caminho
para analizar meus erros
e saber por que errei
para compreender os meus acertos
e continuar a repeti-los
Sou livre para resignar-me às mágoas
e desenvolver em mim o perdão
Sou livre para absorver as derrotas
e erguer-me dos escombros
Sou livre para saber vencer
e prosseguir com humildade
Sou livre para ver derrotados
e estender-lhes a mão
Mas, não sou livre
Não sou livre para ver injustiça
miséria, fome e sofrimento,
angústia e desespero
e ficar de braços cruzados,
sem ao menos oferecer o ombro
Eu sou assim,
livre, mas presa
alegre e triste
Sou apenas uma humana
Que vive os sentimentos
que vive para amar
e ama para viver!
Eu vivo assim,
para quando o inverno da vida chegar
e a luz no fim do túnel eu avistar
eu possa inflar o peito e dizer:
Eu vivi e não me arrependo!

terça-feira, 29 de abril de 2014

Igualdade e Desigualdade Social



por H. Thiesen

Na sociedade primitiva pré-histórica, não havia separação por classes sociais, os produtos da coleta de alimentos, bem como, da caça e da pesca, eram partilhados com igualdade, entre todos os indivíduos dos clãs ou das tribos. Mais tarde com o advento do pastoreio, isso também podia ser verificado.
Dez mil anos atrás, com o surgimento da agricultura e com a fixação do homem às áreas mais férteis do planeta, permitindo o aparecimento do excesso de produtos – que chamamos de riqueza – e estabelecendo a troca, como a primeira forma de comércio, entre as diversas comunidades já existentes, originaram-se, rudimentarmente, os sinais da desigualdade social no âmago da sociedade antiga. Neste sistema precário de sociedade e comercio, já havia quem possuísse mais e quem possuísse menos ou até quem nada  possuísse, contribuindo de um jeito efetivo no surgimento de ricos e pobres, senhores e escravos, castas e demais divisões sociais. Rompendo-se o padrão original da civilização, porém como um produto da circunstância e não uma escolha consciente.
Nesta  fase  surgem os embriões das  grandes religiões da Antiguidade, contendo as proposta de celebração do amor ao próximo, junto a informação quanto à origem espiritual do Homem, noções que passavam despercebidas pela grande maioria dos indivíduos, atraídos pelo culto externo à Natureza, levados a ver as religiões como uma forma de solução especial para as questões materiais. Velavam-se cultos para pedido de prosperidade, fertilidade, riqueza, virilidade, vitória nas batalhas e outras formas de materialidade, mas esqueciam-se das aspirações espirituais, como amor, paz e fraternidade. 
A igualdade de tratamento é muito forte no íntimo do Ser Humano, pois ela provém da sua origem espiritual e faz ver como inaceitável toda desigualdade convencionada, ainda que estabelecida e consumada pelas leis humanas. Mesmo que, na tua totalidade, as religiões sempre conviveram com as desigualdades e em certos períodos da história, chegaram a legitimá-la como instrumento da autoridade divina, que representavam.
No entanto, sempre surgiam, no seio religioso ou fora dele, quem não aceitava tal situação e por seus exemplos e opiniões se colocava contra ela. Em nossa tradição ocidental-cristã, muitos foram os pensadores não religiosos, há cerca de 300 anos, a se pronunciarem contra a escravidão, citando-a com um sistema absurdo e desumano de convivência, a ser banido na sua totalidade, o que somente ocorreu, em meados do século XX, quando algumas nações, ainda reticentes, adotaram a proibição nos seus códigos de leis.
Atualmente, em meio à globalização e as facilidades de comunicação, que trazem uma melhor fiscalização às injustiças e desigualdades, apesar de ainda não sermos capazes de extirpa-las, vivemos uma busca mais apurada dos valores espirituais, o que constitui um vigoroso impulso para a Humanidade, com vistas ao estabelecimento de uma sociedade mais digna e com título de civilizada, na qual direitos e oportunidades sejam igualmente assegurados a todos e se possam observar somente as diferenças de méritos pessoais. Seguramente, isso ocorrerá quando reconhecer-se a fraternidade como o melhor sistema de relacionamento e houver a certeza quanto à nossa condição de seres espirituais que, ora no corpo e ora fora dele, peregrinamos em busca de conquistas de evolução, nos termos do amor e da sabedoria a se incorporarem persistentemente à nossa individualidade imortal.

Livro dos Espíritos – Questão 812-a
Será possível que todos se entendam?
- Os homens se entenderão quando praticarem a lei de justiça.

Fonte de Pesquisa: www.boletimsei.org.br